Como recorrer ao crédito

O crédito

Como recorrer ao crédito

Como recorrer ao crédito

O recurso ao crédito é, actualmente, algo que se vulgarizou nas economias de mercado em particular nos países desenvolvidos. Mas este mecanismo deve ser utilizado com cautela.

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O que deves saber antes de recorrer ao crédito

Antes de recorrer ao crédito uma pessoa, ou família, responsável deve reflectir nos seguintes aspectos:

  • É essencial perceber se existe alguma vantagem/urgência em antecipar o consumo ao invés de esperar pela poupança necessária;
  • É fundamental perceber se a despesa em questão está adaptada ao orçamento pessoal ou familiar;
  • É preciso determinar a capacidade de reembolso da pessoa ou família (elaborar o orçamento anual; avaliar qual o montante da poupança que é possível gerar; avaliar o impacto da prestação no orçamento por forma a determinar a prestação máxima admissível);
  • É necessário obter informação sobre as diferentes formas de crédito disponíveis nomeadamente relativa aos custos das mesmas e comparar as propostas de várias instituições de forma a escolher a melhor.

Após pensar em tudo isto e se a opção ainda for o recurso ao crédito, um contrato implica responsabilidades diversas como:

  • Fornecer aos credores informações completas, exactas e precisas sobre a situação da pessoa ou família, rendimentos, encargos, e outros compromissos financeiros;
  • Cumprir com os compromissos assumidos, liquidando as prestações nos prazos acordados.
Plano de amortização

Um plano de amortização dá-nos indicações sobre o serviço da dívida inerente a um determinado crédito ao longo do período do empréstimo.

O serviço da dívida compreende:

  • os juros pagos pelo crédito e
  •  amortização de parte da dívida.

Para a elaboração do plano de amortização podem ser adaptados dois sistemas:

  • Prestação constante;
  • Reembolso constante.

No presente, a maioria dos planos de amortização propostos às famílias para os seus créditos baseiam-se numa prestação constante.

  • No caso da prestação constante, o valor desta é fixado em função do valor do empréstimo, do prazo e do valor da taxa de juro negociada. Se nenhum destes elementos for alterado ao longo da vida do empréstimo então a prestação, isto é, o serviço da dívida, não sofrerá alterações e por isso é designada de constante.
  • No caso do reembolso constante, este assume, em cada período, um montante fixo pelo que a prestação vai variando ao sabor das alterações dos juros ao longo da vida do empréstimo. Assim é porque ao longo do período de vida do empréstimo, o capital em dívida e o tempo do empréstimo reduzem-se o que leva a uma alteração do valor dos juros que faz alterar o valor do serviço da dívida.

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